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Dougie: ‘O Danny é um pouco exigente!’

Postado a July 3rd, 2008 em Noticias

Eu encontrei uma entrevista postada hoje na click music, eu realmente gostei dela porque está mesmo focada na música deles, podes lê-la em baixo (traduzida): (claro, depois comenta para nós sabermos o que achaste ;])

Os McFly estão de volta, e desta vez eles estão livres das algemas da editora.

A banda lançou três álbuns na Island, incluindo ‘Motion In The Ocean’ em 2006, mais o Greatest Hits, antes de anunciarem no início deste ano que íam seguir diferentes caminhos. O novo single ‘One For The Radio’ sai no dia 7 de Julho na própria editora que recentemente formaram Super Records. Os McFly também recentemente revelaram o quarto álbum ‘Radio:ACTIVE’ vai ser dado com o Mail On Sunday no dia 20 de Julho.

Nós encontrámo-nos com o Tom (voz, guitarra), Danny (voz, guitarra), Harry (bateria) e o  Dougie (baixo) para falarmos sobre a vida numa editora, porque é que eles nunca tiveram oportunidade de fazer uma tour internacional, e os planos de produção do Danny.

Vocês disseram que não mais teriam de se comprometer com uma editora - vocês tiveram de se comprometer uns com os outros de todo quando foi para fazer este álbum?
Dougie: O Danny é um pouco exigente!
Tom: Bem, é para isso que serve a pré-produção. Quando se tem a estrutura básica de uma música, tens de discutir como deve ser feita, e chegar a um consenso de como deve ficar. Quando se tem uma música na sua forma básica há milhões de maneiras diferentes de ser tocada e gravada, por isso há sempre debates à volta disso.
Harry: Se não houve, então há algo de errado! Ainda assim não comprometer-nos, é encontrar algo que todos concordamos.

Podem dizer-nos o que é que vocês tinham de comprometer antes quando estavam na vossa editora?

Harry: Poucas coisas, como ter de fazer um par de covers aqui e ali.
Tom:
Ou mais tarde, quando gravávamos as músicas, faziam mixes que nós desconhecíamos , ou queriam mudar as letras.
Danny:
Nós estivemos a trabalhar num álbum e no último minuto eles queriam mudar as coisas.
Tom: Haviam telefonemas ao produtor a dizer mensagens contraditórias sobre o que haveria de ser feito, e a editora é que pagava ao produtor. Ele obviamente queria agradar à editora que estava a pagar-lhe o salário, mas não era a direcção que nós concordávamos.
Harry: Não foi uma coisa drástica, mas é melhor agora que nós falamos com o produtor.

A maneira como trabalham juntos mudou desde que estão por vossa conta?
Harry: Não realmente, mas penso que em algumas áreas temos mais responsabilidade.
Danny: Nós usamos muito mais o email agora!
Tom: Yeah, nós temos muitos emails…

Com qual das novas músicas vocês estão mais orgulhosos?
Harry: Todas. Porque nós as fizemos todos juntos, e consigo ouvir as dez músicas sabendo que fomos só nós os quatro.

‘One For The Radio’ parece nascer da frustração que ainda existe numa grande quantidade de snobismo sobre o que vocês fazem, ao contrário de solo artists da pop e grupos de raparigas.
Tom: Nós definitivamente não queremos que seja vista como uma música negativa de todo. É mais positiva, vocês sabem, unir as pessoas que gostam de nós, e dizer se não o disserem, bem, nós não queremos saber somos felizes e orgulhosos do que nós somos.
Harry: Ainda assim é um pouco diferente, como os exemplos que deste, como bandas que tocam guitarra e escrevem a sua própria música são mais criticadas. É estranho, mas é como é.

Estavam nervosos sobre o que é que as pessoas iam pensar depois do anúncio que vocês iam dar o vosso álbum com um jornal?
Danny: Nem uma vez nos preocupamos com isso. Apenas pensamos que seria uma brilhante oportunidade de meter o nosso álbum em milhões de casa num dia, o que é inacreditável, já que nunca vendemos assim tantos álbuns!
Tom: Eu penso que muitas pessoas não percebem realmente as oportunidades. Como as nossas famílias e assim estão “porque é que vocês vão dar o vosso álbum?”, porque eles apenas pensam que estamos a dar a nossa música.
Danny: Nós ainda vamos lançar o álbum em Setembro com mais músicas, mas nós apenas pensamos que vai criar este volume… apenas deixas as pessoas ouvir a música, e elas irão provavelmente ainda comprar o álbum depois.

A reacção parece ser positiva depois do anúncio.
Tom: Yeah, logo depois de anunciarmos eu vi no nosso MySpace e procurei no google para nvoas histórias, e foi tudo positivo. Eu estava à espera de “a vossa música é tão má que têm de a dar”, mas foi tudo “wow que boa mudança”. Nós estamos agradecidos com a resposta que recebemos até agora.

Porque decidiram trabalhar com o produtor de ‘Motion In The Ocean’, Jason Perry, de novo?
Harry: O Jason não é só um grande produtor, mas ele consegue totalmente o que nós queremos. Ele foi genuinamente um fã da nossa música antes de nos envolvermos com ele. Ele sempre realmente quis trabalhar connosco, o que é sempre encorajador! Mais ainda ele tinha estado numa banda de rock, mas ele sempre quis entrar no lado mais pop das coisas. Ele ainda está muito ligado ao tipo de música que nós estamos, e nós damo-nos bem com ele, é como um colega. Ele é brilhante criativamente, e brilhante a motivar-nos. É literalmente o perfeito par para nós.
Tom: Nós sempre quisemos trabalhar com pessoas que realmente querem trabalhar connosco, e estão entusiasmadas com os McFly, não pessoas que apenas pensam que é um bom trabalho para ter, mas pessoas que nos entendem e que nos conseguem. O Jason é muito entusiasta.
Dougie: Foi ideia dele de irmos para a Austrália. Ele trabalhou nisso e seria mais barato e mais divertido.
Danny: Ele é como um pequeno miúdo também.

Danny, produziste a cover dos McFly de ‘Umbrella’ [b-side do single anterior 'The Heart Never Lies'], vês-te a fazer mais produções?
Danny: Eu adorei, yeah! Eu fiz alguns acoustic b-sides para o novo álbum. E uma música para o álbum, que eles disseram que eu precisava de repetir… [risos]. Eu queria que fosse meia decente, vocês sabem, eu não queria que fosse uma porcaria nisto. Eu estou a safar-me, eu estou a habituar-me. O que é estranho nisto, é que é a tua banda e tu tocas nela! Yeah, ainda  é cedo para dizer, mas eu chego lá!

Agora que não estão amarrados a uma editora, vêem-se a tocar mais no estrangeiro?
Tom: Definitivamente. Nós sempre quisemos, mas numa editora tens de ser uma “prioridade internacional” para eles para conseguíres o dinheiro para eles te mandarem para os sítios, e nós nunca fomos uma prioridade. É definitivamente uma coisa que que queremos fazer. Temos alguns planeados para o Brasil, Alemanha, França, Japão. Vamos estar no Brasil em Outubro. Estamos realmente em olhar em frente nesse aspecto. Este vai ser o nosso primeiro álbum internacional.

Há alguma coisa que olhem para trás e se lisonjeiem ou se arrependam?
Harry: Nós sempre olhamos para trás e nos lisonjeamos.
Tom: Eu penso que todas as bandas fazem isso, mas eu penso que nenhuma banda olhe para trás e se lisonjeie mais do que nós!
Danny: No momento pensamos que é porreiro.
Tom: É só a idade, todos nós olhamos para trás quando tínhamos 16 ou 17 e faz isso.
Harry: Como quando começámos, não as músicas, mas olhando para as produções e os vídeos, não tínhamos grande envolvimento.Mas em termos de arrependimento, eu penso que nenhum de nós se arrepende disso, porque isso trouxe-nos até onde estamos hoje.

Por fim, qual é a coisa mais rock n roll que alguma vez fizeram?
Danny: Eu pus os meus pêlos púbicos a arder.
Harry: Não sou rock n roll de todo.
Dougie: Ele tem os momentos dele…
Tom: Eu roubei o carro do nosso manager uma vez! Eu não pude voltar atrás, estava no meio de Londres e era uma rua de um só caminho!

1 Comment(s)

aniinha jones at July 7, 2008 said

adoreiii!!!

{Eu pus os meus pêlos púbicos a arder.}

¬¬

(L)

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